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Além do esquema das joias, outras investigações pesam contra Bolsonaro; confira os crimes

Jair Bolsonaro (PL) e mais 11 pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF) no âmbito da investigação que apura a venda ilegal de joias

05/07/2024 às 06h41 Atualizada em 05/07/2024 às 07h51
Por: Redação
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Além do esquema das joias, outras investigações pesam contra Bolsonaro; confira os crimes

Jair Bolsonaro (Foto: Reuters/Marco Bello | Reprodução)

247 - Jair Bolsonaro (PL) e mais 11 pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal (PF) no âmbito da investigação que apura a venda ilegal de joias sauditas do acervo presidencial. No entanto, o extremista já foi indiciado também em um esquema de fraude de cartões de vacina e outros possíveis crimes cometidos ainda estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a PF, há "dados que comprovam" que Bolsonaro "analisou e alterou uma minuta de decreto que, tudo indica, embasaria a consumação do golpe de Estado em andamento". Ou seja, Jair Bolsonaro é investigado por ter fomentando a tentativa de golpe de estado no Brasil que culminou com o fatídico 8 de janeiro, quando os três poderes foram atacados.

E por falar em 8 de janeiro, Bolsonaro é um dos investigados no inquérito do STF que investiga supostos incitadores e autores intelectuais dos atos golpistas daquela data. 

A postura negligente de Bolsonaro durante a pandemia também é um agravante. Reportagem do jornal O Globo recorda que, em 2022, a PF afirmou ao STF que Bolsonaro cometeu incitação ao crime, por estimular as pessoas a não usarem máscaras, além da contravenção penal de "provocar alarme ou perigo inexistente" ao associar o uso da vacina da Covid-19 com o desenvolvimento do vírus da Aids. No ano passado, a PGR pediu o arquivamento do caso. 

A PF afirmou também que Bolsonaro cometeu o crime de violação de sigilo funcional, ao divulgar uma investigação sigilosa sobre ataque hacker ao TSE. 

Bolsonaro é investigado também por uma suposta interferência na PF, denunciada pelo ex-ministro Sergio Moro (hoje senador), quando pediu demissão do Ministério da Justiça, em 2020.

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